terça-feira, 3 de março de 2009

Encantos Urbanos em Ilhéus - Bahia



O Projeto estende-se remando contra maré. Documentou a banda "Improviso Nordestino" que falou sobre o circuito musical alternativo marginalizado e suas relações com movimentos estudantis e sociais. A banda "Mendigo Blues", formada em sua maioria, por estudantes da UESC. E OQUADRO, que resgata o movimento Rip Rop.


Como anda o social?


Em termos de valorização cultural de Ilhéus, redunda-se ainda em capitar recursos à velha guarda e esquecesse das manifestações alternativas da nova geração. É o caso de projetos como da Ecult "Expressões Culturais, Literatura e Turismo" projeto que deu origem ao livro Documentário e Turismo Cultural – Um Olhar Sobre Jorge Amado. Por que não fazer um livro documentário sobre "Um olhar as novas manifestações artísticas de qualidade em Ilhéus??? Pois é, Tica, professora coordenadora do projeto não conseguiu me responder isso. O projeto diz que “vai permitir mais recursos para a operacionalização dos projetos que objetivam a valorização das expressões culturais da região sul da Bahia e a discussão sobre a sua identidade com a preocupação de dar visibilidade ao patrimônio local e de contribuir com o desenvolvimento regional”. Mas parece que não é bem isso que acontece. Grupos como o de Cabeça da banda Improviso Nordestino não foram sequer procurados. Com tudo isso fico aqui pensando, o que deve ser denominado como cultura dentro desse projeto do Ecult? Há já sei, Jorge Amado, Gabriela... É sempre a cultura favorecida a burguesia que tem privilégio...



Improviso Nordestino


http://www.youtube.com/watch?v=D1MvsJrgj2Q


A banda surgia em 2004. É uma banda que tem um trabalho autoral mas que também cria versões diferentes às músicas existentes escolhidas pelos integrantes da própria banda. Eles desenvolvem um projeto chamado Improviso, Oxente!, onde são discutidos os projetos do Teatro Popular de Ilhéus. O movimento surgiu com uma série de reuniões na Casa dos Artistas, abertas à comunidade, para discutir os problemas de Ilhéus, contando com a participação de um palestrante para cada proposta temática. Mas o que tem de "novo" é a inserção de outras linguagens, da arte, do teatro, do vídeo, da fotografia, etc., no processo de reflexão. Tendo como primeiro tema, o projeto "Porto Sul", o movimento resolveu então, extrapolar a Casa dos Artistas para ganhar as ruas e percorrer comunidades. Assim surgiu, sua versão intinerante, reunindo professores, técnicos, artistas e o voluntariado do movimento "Ação Ilhéus", sob a coordenação dos professores Ramayana Vargens, Antonio Adolfo e do ator Romualdo Lisboa, para a promoção de eventos culturais educativos públicos. O que mais chamou a atenção no "Improviso Oxente, Intinerante", em Serra Grande, é o povo que deve ser o principal alvo do desenvolvimento sustentável, pois a paisagem inclui as comunidades, as pessoas e a cultura. O evento em Serra Grande ajudou a acordar para a grande carência de eventos como estes, agregados às escolas e para além de seus muros, para fazer chegar à população, os principais temas da qualidade de vida e da cidadania. A reflexão sobre o desenvolvimento e o meio ambiente, por exemplo, precisa estar na altura do povo, e não pode se restringir a um pequeno grupo da sociedade. E é em eventos próximos da comunidade, que se tira o debate dos gabinetes, para trabalhar com a população, com o sentimento das pessoas.



Dando seqüência às discussões sobre o levante dos escravos do Engenho de Santana, ocorrido em 1789, o projeto Improviso, Oxente!, da Casa dos Artistas, abordou as características econômicas da Ilhéus colonial. A relação entre o planejamento urbano e uma possível construção do Porto Sul, no litoral norte de Ilhéus, foram o assuntos do Improviso, Oxente! No último Improviso, Oxente!, foi entregue ao candidato a prefeito Newton Lima a proposta de criação do Programa Municipal de Fomento à Cultura, projeto de Lei que traz sugestões sobre como apoiar, manter e criar projetos de pesquisa e produção cultural. “Queremos que o setor cultural de Ilhéus avance mais. Por isso convidamos os candidatos a prefeito para apresentarem seus planos, ouvirem as propostas da classe artística e também da comunidade”, complementou o músico Cabeça, líder do Improviso Nordestino, grupo residente do espaço cultural.

Mendigos Blues


O nome da banda é devido a republica da qual faz parte ainda hoje o guitarrista Jonnie Walker ( esse nome ninguém sabe de onde veio, mas como todo mundo só conhece esse cidadão por este nome, fica assim mesmo), o produtor Marcelo Mendigo e o roadier Itakaré (esse apelido é devido a ele realmente ser da cidade de Itacaré-Ba (por sinal Lindas praias... eita lugar massa!!...hehehe)). Republica antes formados pelo Mendigo Mor (hoje é PM, por isso não vou colocar o nome) e Gazão ( 1º guitarristas dos Mendigos)...

DÁ UMA CHANCE PROS MENDIGOS...

http://www.palcomp3.com.br/Mendigosblues


Resistência Universitaria

CARTA ABERTA À COMUNIDADE ACADÊMICA

Desde a fundação da UESC os/as estudantes organizados/as vêm discutindo as questões referentes à assistência estudantil. Essa luta, que é histórica, infelizmente não tem dado grandes resultados e a UESC continua sendo a PIOR universidade estadual da Bahia no que diz respeito a políticas de permanência. Isso se deve à falta de comprometimento de todas as gestões da história da UESC, que se omitem diante das necessidades dos estudantes oriundos de camadas populares que estão na universidade. A UESC continua sem possuir uma residência Universitária (que já existe em outras universidades estaduais), posto de saúde e creches. Mais grave é a situação do nosso restaurante universitário que está completamente desvirtuado de sua função social, uma vez que encontra-se desativado e quando estava em atividade era operado por uma empresa privada que utilizava a estrutura física e logística pública, arcando apenas com o pagamento de míseros R$ 305,00 pelo aluguel do prédio e cobrando um preço EXORBITANTE. A UEFS já possui sistema de bandejão a preço acessível, o que prova que quando a administração quer é possível implementar a política de permanência necessária nas universidades estaduais. O Governo e a administração da UESC sinalizaram com a implantação de um sistema de bolsa auxílio para estudantes de baixa renda. Esse tipo de bolsa é amplamente defendido pelo movimento estudantil, porém apenas quando ele é colocado como complemento de políticas já existentes e não como A POLÍTICA existente. Para que se tenha bolsa auxílio, primeiro é necessário que a universidade tenha uma estrutura de assistência consolidada (RU, residência, posto médico e creche). Do contrário o/a bolsista continuará pagando caro pela comida, pela moradia entre outros custos inerentes a vida acadêmica. Evidente que uma coisa não exclui a outra, mas ao inverter a ordem da prioridade, a administração demonstra uma postura de quem não considera urgente a implantação de políticas estruturais de assistência estudantil. É por este motivo que os/as estudantes da UESC estão a partir de hoje em estado de mobilização por uma universidade democrática e popular, que cumpra seu papel social e que permita a todo cidadão e cidadã, independente de sua condição econômica, concluir seus cursos usufruindo de uma educação de qualidade. PELO RESTAURANTE, POSTO MÉDICO, RESIDÊNCIA E CRECHE! ESTUDANTES NA LUTA!!!














OQUADRO




Se a arte é manifesto, a música é a fala. Motivada e energizada pelo desejo incessante do dizer. São palavras que constroem e solidificam informações, saciando o ensejo dos que almejam beber "da fonte". Muitos tem sede e não sabem, morrem desidratados pela falta de referências. São páginas em branco arrancadas antes mesmo que seus protagonistas aprendam a escrever. Eis então a sublime missão da música; onde o texto tem a mesma importância que as asas tem para os pássaros. Possibilitando levar suas divinas melodias muito além das fronteiras pré-estabelecidas. Tocando profundamente gélidos corações, presenteando-os com o fervor artístico do conhecimento, que vem na exata medida para atender a nossa parca capacidade de compreender a vida. Eis O QUADRO...



Cinegrafista Amadora

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O Encanta Realejo no Colégio Alves Cruz




http://www.myspace.com/oencantarealejo

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Hoje - O Auto do Realejo Encantado


"Pula e manca, ex-equilibrista
que prá ser ladrão de destinos
carece de ter valentia"

- Teotônio -



O Encanta Realejo convida a todos para a estréia o espetáculo Plástico Cenico Musical "O Auto do Realejo Encantado" que estará sendo registardo ao vivo em DVD.

Quarta feira, dia 10/12 as 21h no Teatro Decio Almeida Prado - Rua Cojuba 45 ITAIM

www.myspace.com/oencantarealejo

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Ensaio aberto do Encanta Realejo


Ensaios abertos nos dias 04 05 06 07 08 de dezembro no CCPC

End. r. Consolação n° 1897 a partir das 14hs.

www.myspace.com/oencantarealejo

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Encantos Urbanos: A Margem da Memória



Continuação do Projeto de Pesquisa “Encantos Urbanos: A Margem da Memória”, com a iniciativa do Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI.
Quando? Dia 08/11 sábado às 18h Grátis
O Projeto pretende registrar por meio de documentários, a história de bandas que estão atuando na cena paulistana, pretendendo assim, ser agentes para a valorização, reconhecimento e registro de manifestações artísticas alternativas em plena atividade na cidade de São Paulo.
Os convidados deste mês são:

Banda Dogma
A banda surgiu em dezembro de 2006, tendo como referencia para o trabalho a banda Nirvana. A experimentação como cover de bandas como Nirvana, Pearl jam, Alice in chains, Radiohead, Placebo, Pixies, Sonic youth, Ramones, Tequila baby, Cascadura, Legião Urbana., trouxe inspiração para um trabalho autoral.
A banda é composta pelos integrantes:
Junior-Guitarra/Voz
Caio-Baixo/Backing-Vocal
Leandro:Bateria
http://bandasdegaragem.com.br/doguima

e

O Encanta Realejo
Surgiu no inicio de 2007, tendo realizado apresentações nas ruas de Paraty durante a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) e em espaços públicos como o Circo do Beco e Praça Roosevell, sendo a junção de dois grupos que a muito tempo já realizavam esporádicas parcerias, o grupo Encantadeiras e o grupo Aline Reis e o Realejo.
http://www.myspace.com/oencantarealejo
http://oencantarealejo.blogspot.com

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Encantos Urbanos: A mArgem da Memória no 6° CHUTE - RJ




6° CHUTE

na Ágora Dulcynelândica



15h às 21h
Alcindo Guanabara, nº17
na PORTA do teatro dulcina fechado
cinelândia



O CHUTE movimentando com

Ligação do Som
pelo DJ MARCELO 15hs
+
Leitura do Projeto para o Regina/Dulcina
+
Poetas Livres Cremadores na Ágora
+
A MORTA 17h30
+
19h ?

participação de Rodrigo D´Nega

+

Encantos Urbanos: A Margem da Memória (Coletando depoimento para o Documentário)

A porta abrindo sem forçar a barra!
A barra é forçada na burocraia!
Acordem!

http://www.movimentodulcynelandia.blogspot.com/

O Encanta Realejo no Sarau do Querô




O Sarau do Querô é um espaço aberto para que poetas, músicos, dançarinos e outros artistas mostrem seus trabalhos através de intervenções livres.

http://saraudoquero.blogspot.com/

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Encantos Urbanos: A Margem da Memória


Continuação do Projeto de Pesquisa “Encantos Urbanos: A Margem da Memória”, com a iniciativa do Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI.
Quando? Dia 04/08 sábado às 18h Grátis
O Projeto pretende registrar por meio de documentários, a história de bandas que estão atuando na cena paulistana, pretendendo assim, ser agentes para a valorização, reconhecimento e registro de manifestações artísticas alternativas em plena atividade na cidade de São Paulo.
Os convidados deste mês são:
Cantarilhos - No espetáculo Elementar, o grupo apresenta uma musicalidade própria, que mistura o som do djembê, instrumento milenar africano, a outros instrumentos, vozes e percussão corporal.
Performance Spectral -A performance apresentada pela atriz Flávia Spinardi abordará a saudade, a inquietação e a procura do exilado. Texto-colagem de André Curti e Ricardo Ribeiro (Cie. Dos a Deux).
Jam Fotográfica - A interação da dança com a música instrumental, pela banda JAZSMETAK e grupo de dança Corpo em Rito.
JAZSMETAKO nome é uma variação da palavra jazz com o nome de uma figura luminarda vanguarda musical instrumental e experimental: Walter Smetak..Tal qual a influência nominal, norteiam as linhas de pesquisa da bandaelementos do free jazz, e a busca de novos processos de criaçãomusical coletiva.
Corpo em Rito - Grupo de pessoas que pesquisam diversas linguagens artísticas, mas, principalmente a dança contemporânea, que tem como principal guia de criação a improvisação, além da experimentação e prática de diferentes técnicas.




BIBLIOTECA ALCEU AMOROSO LIMARua Henrique Schaumann, 777 - Pinheiros (esquina com R. Cardeal Arcoverde)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

V.O.T.A / C.A.I-MAL - 3 anos do caos cultural


Gente o Encanta Realejo no C.A.I M.A.L


O C.A.I-MAL (Centro de Ação In-forma), organizado pelo Coletivo Poesia Maloqueirista, nasceu em setembro de 2005 , tendo como proposta a interação de variadas vertentes artísticas (música, projeções, performances, artes visuais, instalações) sendo a poesia principal base de linguagem, possibilitando experiências sinestésicas a partir da ocupação de diversos ambientes em um mesmo espaço, ora conduzindo o público a tais manifestações ou deixando-o livre para explorar as possibilidades por si só. O evento tem influência da cultura mambembe, por ser itinerante, com referências de arte urbana e tecnológica. Já foi realizado em espaços como Bar Praça Madalena, Instituto Jovem, Casa das Rosas, IDCH, Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Beco do Aprendiz, Pq.da Ruínas (RJ) e Espaço Zé Presidente. Já participaram Glauco Mattoso, Marcelino Freire, Celso de Alencar, M'c Trindade, Pedro Paulo Rocha, Léo de Abreu, Ana Rüsche, Encantadeiras, Atelier Aberto, Celso Borges, Ademir Assunção, poetas da Cooperifa, Binho, Byra Dorneles, Dinho Nascimento, entre outros. Nesta décima terceira edição, o evento completa 3 anos de existência com a mesma proposta de reunir atividades variadas, e desta vez em clima de celebração. E o lema é: Diversão garantida ou sua televisão de volta!Infs:


www.poesiamaloqueirista.blogspot.com

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O Encanta Realejo na Fabrica de Criatividade


No dia 28 de setembro, a Fábrica de Criatividade recebe o grupo multilinguagens “O Encanta Realejo” para uma apresentação do 1º Ato do seu “Auto do Realejo Encantado”.
O Encanta Realejo surgiu no inicio de 2007, como a junção de dois grupos que há muito tempo já realizavam esporádicas parcerias - o grupo “Encantadeiras” e o grupo “Realejo”. A concepção das duas bandas tocando as composições de Aline Reis foram fundidas e se tornaram um espetáculo de cunho cênico-musical, com arranjos progressivos baseados em ritmos regionais brasileiros e no jazz.
A intenção do grupo é unir linguagens artísticas: o movimento ritmado e performático do corpo com a música, passeando por elementos da improvisação, da literatura - tendo a palavra simultaneamente cantada e recitada -, agregados a mais um elemento de expressão: a pintura que, realizada ao vivo, ilustra narrativamente o auto, torna singular o momento vivido na apresentação e traz à tona dinâmicas de teatro.
“O Auto do Realejo Encantado” é um espetáculo em três atos que conta os percalços de Alice, uma jovem órfã que mora com seu Avô e Teotônio, ex-malabarista amargurado que vaga pelo mundo roubando a sorte das pessoas com seu Realejo Encantado.
Neste primeiro ato, nasce um amor insuspeito entre os dois no instante em que se conhecem em uma praça e o realejeiro tenta “tirar” a sorte da menina. Pela intervenção do Pássaro que vive dentro do Realejo Encantado, o bilhete da fortuna de Alice se rasga no exato momento em que sua sorte seria roubada, ficando uma metade do bilhete para cada um. Cria-se assim um vínculo entre Teotônio e a garota, enlaçando o destino e a sorte de ambos…
Só pra dar um gostinho… Marque na agenda: dia 28 de setembro, domingo, às 19h



quinta-feira, 11 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O Encanta Realejo no CCJ dia 14/09

Dia 14/09 no CCJ as 15h Grátis



Apresenta:

O Auto do Realejo Encantado

ATO I


"O Auto do Realejo Encantado é um espetáculo em três atos que conta os percalços de Alice, uma jovem orfã que mora com seu Avô, e Teotônio, ex-malabarista amargurado que vaga pelo mundo roubando a sorte das pessoas com seu Realejo Encantado.

Neste primeiro ato, nasce um amor insuspeito entre os dois no instante em que se conhecem em uma praça e o realejeiro tenta "tirar" a sorte da menina.

Pela intervenção do Pássaro que vive dentro do Realejo Encantado, o bilhete da fortuna de Alice se rasga no exato momento em que sua sorte seria roubada, ficando uma metade do bilhete para cada um. Cria-se assim um vínculo entre Teotônio e a garota, enlaçando o destino e a sorte de ambos.

O encontro dos dois tem um fim súbito quando o Avô chama Alice de volta para sua casa e Teotônio desaparece nas ruas da cidade.

Daí em diante, cada um parte em uma jornada que irá transformar a vida de ambos, buscando o incerto reencontro.”


Release do grupo

O Encanta Realejo é um projeto autoral que surgiu no inicio de 2007, tendo realizado apresentações nas ruas de Paraty durante a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) e em espaços públicos como o Circo do Beco e Praça Roosevell, sendo a junção de dois grupos que há muito tempo já realizavam esporádicas parcerias, o grupo “Encantadeiras” e o grupo “Realejo”. A concepção das duas bandas tocando as composições de Aline Reis foram fundidas e se tornaram um espetáculo de cunho cênico-musical, com arranjos progressivos baseados em ritmos regionais brasileiros e o jazz.
A intenção do grupo é unir linguagens artísticas, o movimento ritmado e performático do corpo com a música, passeando por elementos da improvisação, a literatura tendo a palavra simultaneamente cantada e recitada, agregado á mais um elemento de expressão: A pintura ao vivo, que ilustra narrativamente o auto, torna singular o momento vivido na apresentação e traz à tona dinâmicas de teatro.
O grupo está em plena produtividade e amadurecendo o trabalho com ensaios, reuniões conceptivas e apresentações em várias regiões de São Paulo: Centro Cultural da Juventude, Praça Rooseveld, Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Circo do Beco, Casa das Rosas, CEU Butantã e Campo Limpo; também foram palco do espetáculo as ruas de Paraty durante a FLIP e em São Paulo na FLAP.
O Encanta Realejo está em parceria com o Sarau do Querô do pólo de cultura do Morro do Querosene e com a Comissão de Avaliação e Propostas do Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais - VAI, com o projeto "Encantos Urbanos: A Margem da Memória" BT 47.



Sinopse do espetáculo

O Encanta-Realejo narra o primeiro ato do “O Auto do Realejo Encantado”, a história da sonhadora e itinerante Alice pelas paisagens brasileiras e as expressividades de sua etnia. O espetáculo autoral usa os diversos tipos de expressão artística (música, dança, poesia e pintura) para contar a história em formato de Auto. Classificação: Livre; Duração: 30 min.


Descrição do espetáculo



O grupo utiliza de tipos de linguagens artísticas para apresentar uma história em formato de “Auto”, disposto em três atos e contada através da poesia, dança e música e a pintura, responsável pela narração do auto trazendo à tona dinâmicas de teatro. Cada artista representa um personagem da história que se apresenta nas paisagens urbanas e sertanejas do Brasil. A história parte de um sonho do Pintor onde a trama dos personagens (A menina Alice, o Realejeiro Teotônio, o Pássaro encantado aprisionado no realejo, o Avô, o Diabo, a Lavadeira do rio, a Jangadeira e o Lunático) tem como ponto de partida um velho circo que pega fogo.
O palco italiano é montado em formato meia-lua de aproximadamente 5 metros, com espaço entre os músicos para a interação com a performance corporal. O cenário e o figurino foram compostos a partir de um estudo da estética oferecida pelos trabalhos do artista plástico Bispo do Rosário, juntamente com a definição de uma tabela de cores criada para a distinção de cada personagem (impressa abaixo), formando assim um fio condutor onde cada personagem se conecta por um degradê da tabela. O material utilizado tem propósito rústico e itinerante; A utilização da linguagem musical brasileira, das diversidades artísticas em comunicação e do improviso marcam uma geração de intercâmbio de culturas que está cada vez mais visível nas manifestações tanto populares quanto acadêmicas.


O grupo conta com um mailing para divulgação, uma página na internet onde é possível conhecer parte do trabalho – www.myspace.com/oencantarealejo

domingo, 7 de setembro de 2008

"O Encanta Realejo" + "Luis Cavalcanti Trio" e também o projeto "Literatura Nômade" da escritora Paloma Klisys.


A segunda edição do Projeto Tercina traz novas caras, novos ritmos e novasideas para dentro da Coletivo Galeria.


Tercina é o um happy hour cultural gratúito que acontece toda terça naColetivo buscando promover a interação entre as pessoas e o espaço edifundir a arte nas suas mais diversas formas.


Nessa terça feira teremos os grupos "O Encanta Realejo" + "Luis CavalcantiTrio" e tambem o projeto "Literatura Nômade" da escritora Paloma Klisys.
Abraços e beijos
Projeto Tercina - terças feiras culturais na Coletivo Galeria, Rua dosPinheiros 493 - Pinheiros. Começa as 19h e a entrada é gratis.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Dia 06/09 na Bibliotéca Alceu Amoroso Lima

Continuação do Projeto de Pesquisa “Encantos Urbanos: A Margem da Memória”, com a iniciativa do Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI.


O Projeto pretende registrar por meio de documentários, a história de bandas que estão atuando na cena paulistana, pretendendo assim, ser agentes para a valorização, reconhecimento e registro de manifestações artísticas alternativas em plena atividade na cidade de São Paulo.Os convidados do mês são “O CANDIEIRO INCENDIÁRIO ” e a banda “ ROOTS HABITAT”.


BIBLIOTECA ALCEU AMOROSO LIMA

Rua Henrique Schaumann, 777 - Pinheiros (esquina com R. Cardeal Arcoverde) Tel. 3082 5023 - GRÁTIS -







O CANDIEIRO INCENDIÁRIO




Surgiu em 2004 quando Calos Galdino, Fernando Barroso, Rogério Guardiano e Letícia Souza Cruz, conheceram-se em uma oficina de construção de instrumentos de percussão e a partir disso influenciados por vertentes da MPB, da cultura popular nordestina e os mais variados gêneros da literatura passaram a se apresentar com o nome O Candieiro Incendiário.

A proposta artística deste grupo abarca não somente a música, mas sim o dialogo entre a literatura, o teatro e a dança, em um mesmo universo de construção artística. Na atual formação do Candieiro Incendiário temos: Rogério Guardiano Bateria e Percussão, Letícia Souza Cruz violão, percussão, voz, dança e composições, Carina Leite, voz, violão e composições, Joelson Ferreira Teatro performance e Carlos Galdino percussão, voz, recitação e performances.

Desde sua formação o grupo tem se apresentado em diversos lugares como: Memorial da América Latina, Casa das Rosas, Casa da Palavra, OFF FLIP Paraty 2007, SESCSP Consolação, Sarau cultural Paraty 2008, entre outros.O grupo está com o espetáculo montado “Qual é o caminho pra felicidade?” e para agosto desse ano promete o lançamento de seu primeiro EP multimídia lançado de forma independente.







Roots Habitat

A banda Roots Habitat se apresenta com este nome há dois anos e meio em diversos bares e casas de show de São Paulo e do Brasil. Vinda da zona sul de são Paulo, a banda encontra-se em sua terceira formação. Tocando juntos há mais de seis anos, os músicos são amigos de infância. Sempre tocando o Reggae, ritimo que todos se identificam profundamente. Em sua primeira formação a banda se chamava Fullmaica, e quando chegou a atual formação veio à necessidade de trocar o nome. Roots Habitat significa (habitar de raiz ou raízes que habitam), o que reflete a forte união da banda e de seus integrantes. Desde o inicio a banda prioriza seu próprio trabalho, mas nunca deixou de representar grandes nomes do reggae mundial como: Bob Marley, Burning Spears, Hugh Mundel, Steel Pulse, Gladiaitors, Peter Tosh, dentre outros ícones do reggae. Em seu trabalho próprio, a banda procura relatar nossa realidade social. Muitas vezes em forma de protesto, mas sempre passando uma mensagem positiva e que nos ensina a viver em meio o caos em que se encontram as periferias de São Paulo. A banda procura passar a positividade e a alegria do reggae, sem deixar de se expressar e de exigir nossos direitos como seres-humanos.



http://fotolog.terra.com.br/rootshabitat








segunda-feira, 25 de agosto de 2008

domingo, 24 de agosto de 2008

Show pela Demarcação “Terras Indígenas do Jaraguá“



"O Circo pegou fogo e o espetáculo acabou de começar..."





Quinta feira 07/08/08 aconteceu um incêndio na Aldeia Indígena Guarani, que fica no Pico do Jaraguá o ponto mais alto da cidade de São Paulo. O fogo atingiu 3 (três) casas, não deixando nada para trás, os parentes indígenas Guaranis conseguiram salvar poucas coisas, pois o fogo se propagou rapidamente e por está em um ponto alto o vento ajudou a espalhar as chamas, pois o material que era construído as casas servirão como combustão por serem feitas de madeira e palhas.Quando os bombeiros chegaram já era tarde. Agora esses nossos parentes estão provisoriamente alojados na casa de reza que fica na aldeia. Ainda não se sabe o motivo do fogo, pois as desconfianças estão voltadas para os brancos, pois lá próximo passa uma grande Rodovia Estadual, e ao redor da aldeia encontra-se varias casas (Brancos) nas proximidades da aldeia. Graças a Deus ninguém ficou ferido, pois o que não falta na gente povos indígenas é a força de vontade, e com isso os parentes reconstruirão suas casas, no entanto estão precisando de ajuda para reconstruírem as moradias e alimentos, roupas e etc… uma vez, que o fogo acabou com tudo que eles tinham. Notamos que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) nem deu as caras lá na Aldeia para saber o que está acontecendo, e nem entrou com pedido de inquérito para investigar o que aconteceu nesta quinta feira. Já esperávamos por isso, pois a FUNAI só vai se morrer algum índio para oferecer o serviço funeral. Mais somos fortes e vamos ajudar os parentes a se recomporem em sua aldeia, seja com a ajuda da FUNAI ou não, mais temos certeza que a sociedade de bem vai ajudá-los.


Por Angela Ursa http://ursasentada.blogspot.com/

Por conta da tragédia, a Luciana, uma das pessoas que dedicam parte de sua vida a Reserva Indigena, organizou um evento convidando grupos para fazer uma tipo de manifestação e colher abaixo assinados reivindicando melhorias aos nossos indios... Estão todos convidados a participar...




Show pela Demarcação“Terras Indígenas do Jaraguá“ Dia 31/agosto (domingo), às 14hs.






Local: Quadra do Valença – Perus
Entrada: 1 kg. de alimento não perecível
Atrações:
Abertura: Coral Infantil Indígena
O Encanta Realejo (http://oencantarealejo.multiply.com/
Black Coffee (Blues) http://www.blackcoffeeband.com.br/new/
Banda Plastic Life (Rock´n Roll, anos 60, 70 e 80)
Acústico Pop (MPB) – Fone: 3532-5123
Comunidade Quilombaque
Violeiros (Sr. Torradinho)
Bateria Infantil do Valença
Apresentação de Boxe Infantil, e outros






Produção: Lucinéia Vieira – Cel. 9171-0731 (intercambio_indigena@hotmail.com)Movimento Humanista Interrnacional – Projeto “Intercambio Tecnológico-Cultural Indígena”.

Projeto Encantos Urbanos: A Margem da Memória - O Encanta Realejo no CCJ







30/08, sábado, 15h – Centro Cultural da Juventude – CCJ



Continuação do Projeto de Pesquisa “Encantos Urbanos: A Margem da Memória”, com a iniciativa do Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI.



O Projeto pretende registrar por meio de documentários, a história de bandas que estão atuando na cena paulistana, pretendendo assim, ser agentes para a valorização, reconhecimento e registro de manifestações artísticas alternativas em plena atividade na cidade de São Paulo.
Os convidados do mês são “Experimento Prosótypo” e a banda “ Os Mamelucos”.




O Experimento Prosótypo explora ao máximo a questão da musicalidade no tempo da poesia falada, através de ritmos e pausas de forma inteligente e da adequação entre musica e conteúdo poético. A Banda Os Mamelucos apresentará uma música genuinamente bresileira, emergida das periferias e levada aos palcos da cidade.


Av. Deputado Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha, às 15h.







Os mamelucO



Nascida em 2007 dentro do projeto Encontro de Compositores, a banda discorre das entranhas da metrópole paulistana misturando tudo num prato de arroz e feijão. O mestiço em foco amplificado pelas veias do choro ao blues, do samba ao groove, num drum´n bass feito na batucada e na gambiarra, uma música genuinamente brasileira que traga tudo o que ouve emergindo das periferias diretamente para os palcos numa mistura fina banhada pela preciosa prataria da flauta transversal de Jessica Silva, pelas gaitas temperadas de blues e bossa de Peu Pereira e pelas composições, violões e vozes de Gunnar Vargas e Huguêra.

Mameluco, primeiro ser híbrido brasileiro, filho do europeu colonizador com a indígena, primeiro bastardo sem berço, mas que reflete sobre mais de uma origem. É por essa ótica que o som d'Os mamelucO é estruturado.

Os mamelucO já tocaram na ESP, no Bloco do Beco, na Quebrada Cultural, no Sacolão das Artes, na Casa de Cultura M'Boi Mirim, na Semana de Arte Moderna da Periferia, no CCPC (Centro de Cultura Popular Consolação), no Centro Cultural Monte Azul, no Religare entre outros.

http://osmameluco.blogspot.com/




Experimento Prosótypo

Projeto Experimental Poético, o Experimento Prosótypo tenta explorar ao máximo a questão da musicalidade no tempo da poesia falada, através da utilização de ritmos e pausas de forma inteligente e da adequação entre música e conteúdo poético. Nesse contexto os poetas utilizam a música não somente como som ambiente, mas como parâmetro de pausas e ritmos do poema. Também não se busca, analogamente, moldar a música à sonoridade da fala, como se fossem uníssonos, mas ampliar a interação entre esses dois elementos, que são trabalhados livremente, mas numa relação de codependência. A banda também busca trabalhar propostas cênicas e visuais, fazendo com que os elementos presentes no palco hajam em confluência, potencializando a sinergia já existente entre música, fala e textos.

Atualmente a banda é composta pelos poetas do coletivo Poesia Maloqueirista e músicos integrantes de diversos projetos de relevância para a cena contemporânea, que trabalham com sonoridades diversas (Música regional, universal, improvisada) desenvolvendo um conceito de Jam-Poética. Nesta formação há um jogo lúdico entre a banda e os poetas, trabalhando levadas e intensidades de fala diferenciadas no decorrer do show. Desta forma trabalha-se melhor com a reação do público, aumentando a interação público-banda-poetas, tendo alcançado um retorno satisfatório aonde o projeto foi realizado.


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Projeto Encantos Urbanos: A Margem da Memória - O Encanta Realejo na Biblioteca Alceu Amoroso Lima.



O Projeto pretende registrar por meio de documentários, a história de bandas que estão atuando na cena paulistana, pretendendo assim, ser agentes para a valorização, reconhecimento e registro de manifestações artísticas alternativas em plena atividade na cidade de São Paulo.


Inicia na Biblioteca Alceu Amoroso Lima dia 09/08 às 16h convidando o grupo “Baque in Beat” e “Lei di Daí”. O Baque in Beat têm como características em seu trabalho, sons urbanos, cantos étnicos, barulhos digitais, poesia e ritmos tribais e Lei di Daí, Coroada como Rainha do DanceHall tem o reggae como mote para passar suas mensagens.




BIBLIOTECA ALCEU AMOROSO LIMA
Rua Henrique Schaumann, 777 - Pinheiros
(esquina com R. Cardeal Arcoverde) Tel. 3082 5023



Sobre "Baque in Beat"

Sons urbanos, cantos étnicos, barulhos digitais, poesia e ritmos tribais são apenas alguns dos elementos que marcam a sonoridade do grupo Baque in Beat.
A partir de um toque ancestral (o Baque) o grupo busca extrair a essência da música universal, citando referências da música africana, Indiana, jamaicana e brasileira e incluindo esse contexto cultural no processo eletrônico da criação e do sample (o Beat).
O grupo que é formado por Thiago Duar (Guitarra, Sitar e Bandolim), Bruno Lima (programações eletrônicas, lap steel) e Beto Pamplona (Bateria e percussão), já se apresentou em diversas festas e clubes no Brasil, como no Cachoeira Alta Dance Festival e na Kaballah.
Tracklist Baque in Beat EP 2007

1- Recomeço
2- Kuti Beat
3- Progresso
4- Working on
5- Viagens
6- Da terra

Gravado e mixado nos estúdios Arapuca e Duar em 2007.
São Paulo, SP, Brasil.

Contatos

Thiago Duarte 55.11. 83360506 thiagoduar@hotmail.com
Bruno Lima 55.11. 82777111 brunols@hotmail.com

www.myspace.com/baqueinbeat



Buscando sempre respeitar as origens musicais do passado, ao mesmo tempo em que se volta para o futuro, o trio faz ecoar a voz de seus tambores digitais.


Sobre Lei de Daí

Coroada como Rainha do DanceHall - vertente dançante do reggae mais conhecido como Ragga - Daiane, aka LEI DI DAI “do lado leste de São Paulo, filha de preto, original do gueto” vem bombando cada vez mais em todos os lugares possíveis e impossíveis... Sua mensagem é simples: união para combater a Babilônia. Com influências da boa música e anos de estrada, para Dai o reggae é a libertação, harmonia & amor.
Apostando na diversidade, a Rainha do DanceHall passa suas mensagens ao vivo geralmente acompanhada da banda de apoio QG Imperial, e também por vários soundsystems do Brasil a fora. Lei Di Dai foi convidada em 2006 para participar do cd "Diáspora Riddim" Digitaldubs (RJ, produzido por Nelson Meirelles & MPC) ao lado de vários nomes do reggae mundial. Vista no YouTube pelo editor chefe da revista "Rolling Stone", Ricardo Cruz, Lei Di Dai saiu em uma matéria exclusiva na 3º edição da revista, que ajudou a divulgar o trabalho. O jornal "Agora" também publicou uma entrevista e vários convites estão chegando e o reggae ganhando seu espaço merecido... Jah Bless!